segunda-feira, 25 de março de 2013

Almada





 Almada - Percorro com a minha nudez o litoral os primeiros efeitos instantâneos do sol invadindo o horizonte o sombrio de uma noite, sobre cujas aguas a tocarem-me calmamente.

Sentei-me sobre uma duna e sobre a sua camada mais dura e húmida e menos inclinada a ver as restantes dunas de areia cantantes com a minha curiosidade que aguça. Os grãos de areia soltos a deslizarem-se por si mesmo a vibrar como cordas arrastadas de um violino. Por isso se diz que as dunas de areia “ cantam chiam e ressoam “ pela fricção dos seus grãos.


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